Apostilamento e tradução juramentada em homologação de sentença estrangeira
Apostilamento: o que é e quando se aplica
A Apostila de Haia é um selo de autenticação simplificada, previsto na Convenção de Haia, que substitui a legalização consular tradicional entre os países signatários. Documentos estrangeiros que instruem o pedido de homologação — como a própria sentença e eventuais procurações — costumam precisar de apostilamento quando emitidos em país signatário da convenção.
E quando o país não é signatário da Convenção de Haia?
Nesses casos, o caminho costuma ser a legalização consular tradicional — reconhecimento do documento pelo consulado brasileiro no país de origem —, processo em regra mais demorado que o apostilamento.
Tradução juramentada: um requisito à parte
Independentemente de apostilamento ou legalização consular, documentos em língua estrangeira que precisem produzir efeitos oficiais no Brasil — incluindo a sentença objeto da homologação — em regra devem ser acompanhados de tradução juramentada, feita por tradutor público brasileiro devidamente habilitado.
Organizar isso cedo evita atraso no processo
Apostilamento e tradução juramentada costumam ser, na prática, as etapas que mais consomem tempo antes mesmo do protocolo do pedido de homologação — reunir esses documentos com antecedência, em paralelo à análise jurídica do caso, é o que mais contribui para um cronograma previsível.
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